O Campeonato Brasileiro Feminino consolidou, ao longo dos anos, não apenas grandes equipes, mas também goleadoras decisivas que ajudaram a construir a história da competição. De 2013 até a atual temporada, a lista de artilheiras revela nomes importantes, fases dominantes e a crescente competitividade do torneio.
A primeira edição, em 2013, teve como destaque Gabi Zanotti, do Centro Olímpico, com 12 gols. Já no ano seguinte, Raquel Fernandes elevou o patamar ao marcar 16 vezes pela Ferroviária. Em 2015, Gabi Nunes voltou a colocar o Centro Olímpico no topo das artilharias, com 14 gols.
A partir de 2016, a disputa ficou ainda mais equilibrada. Millene Fernandes apareceu como artilheira pelo Rio Preto, com 10 gols, e voltaria a liderar o ranking em 2019, já pelo Corinthians, quando anotou 19 gols — uma das maiores marcas da história da competição.
Em 2017, a argentina Soledad Jaimes, defendendo o Santos, brilhou intensamente e registrou 18 gols, sendo até hoje uma das principais campanhas individuais do torneio. No ano seguinte, Danyelle, do Flamengo, manteve o alto nível com 15 gols.
A década também foi marcada por nomes experientes e decisivos. Em 2020, Carla Nunes liderou pelo Palmeiras com 12 gols. Em 2021 e 2022, Bia Zaneratto e Cristiane, respectivamente, reforçaram o protagonismo de jogadoras já consagradas, ambas com 13 gols em suas temporadas.
Nos últimos anos, um novo nome passou a dominar a artilharia: Amanda Gutierres. A atacante do Palmeiras foi a principal goleadora em 2023, 2024 e 2025, com 13, 16 e 17 gols, respectivamente, consolidando uma sequência rara e mostrando regularidade em alto nível.
A edição de 2026 ainda está em andamento, mas já aponta para mais uma disputa acirrada. Gabi Zanotti, agora pelo Corinthians, lidera com 6 gols, enquanto um grupo de perseguidoras aparece logo atrás com 4 gols: Bia Zaneratto e Brena, do Palmeiras, além de Byanca Brasil, do Cruzeiro, Cássia, do Bahia, e Rafa Mineira, do Red Bull Bragantino.

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